Uma das ações mais naturais e até mesmo primitivas da mente humana é fazer associações entre determinadas coisas. Por exemplo: uma loja que represente uma determinada marca acaba muitas vezes sendo associada diretamente a ela. Muitas vezes fazemos esta associação mental até mesmo ignorando o nome da loja fazendo a metonímia de marca pela loja.
Esta associação é tão comum que em português é tratada como uma figura de linguagem denominada “metonímia”. Mas deixando de lado a parte gramática desta associação, vamos falar deste efeito na esfera empresarial:
Ser associado à determinada marca que comercializa costuma trazer bons resultados para as lojas, ainda mais as que representam grandes e conceituadas marcas.
Mas e quando estas marcas passam por determinados problemas, o que acontece com o varejista que as representa?
É uma situação bastante complicada porque por mais que a representante muitas vezes nada tenha a ver com o deslize cometido pela marca que representa, por estar mais próxima do consumidor a loja acaba sendo em parte responsabilizada pelos seus erros.
E como a loja pode defender-se?
É claro que não se deve tomar atitudes extremas como fechar a loja por causa disso, uma das soluções mais recomendadas é focar-se em atendimento, ou seja, fortalecer o nome da loja no que diz respeito a qualidade na prestação dos serviços, utilizando isto como um de seus diferenciais competitivos.
Claro que uma empresa séria e ética tomará as providências para resolver seus problemas rapidamente, evitando que a representante seja de alguma forma lesada, (desde que não tenha partido no problema também, é claro) mas enquanto isto não acontece é preciso que o lojista invista em sua própria loja, desassociando sua imagem do problema ocorrido.